domingo, 10 de novembro de 2013

encontrosdafaced2013

Prezados alunos,
No encerramento do semestre alguns professores do departamento de teoria e prática de ensino promoverão um evento coletivo. Segue abaixo o link onde vocês poderão obter informações. Participem!!
http://encontrosdafaced2013.webnode.com/

Encontro NHIME

SOFTWARES FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA  ENSINO DE MATEMÁTICA NA EJA

Objetivo
A proposta desta pesquisa objetivou analisar a relevância da aplicabilidade de objetos educacionais no ensino, de forma, a proporcionar um olhar para as múltiplas interações em espaços de  aprendizagem fora da sala de aula tradicional, mediante o uso de ferramentas tecnológicas incentivando a aprendizagem por meio da descoberta tanto do aluno quanto do professor na utilização do computador como recurso didático para as práticas pedagógicas  no ensino de Matemática.

Metodologia

O trabalho sistematizou uma metodologia para o ensino de Matemática no percurso da formação  do pedagogo, a partir da exploração de softwares matemáticos educativos e do uso da  plataforma Teleduc. Assim, os sujeitos da pesquisa foram os 45 alunos graduandos do curso de Pedagogia regularmente matriculados na disciplina de Ensino de Matemática na Universidade Federal do Ceará - UFC. 
Ações

Ø Antes do início das 'sessões didáticas' a professora da disciplina de ensino de matemática, proporcionava na sala de aula, uma discussão sobre os conhecimentos específicos, tais como: conteúdos matemáticos, objetos de aprendizagem, softwares educativos, EJA, teoria da aprendizagem, metodologia de ensino, ou seja, fundamentava e orientava a ação dos alunos (sujeitos) para que eles pensassem sobre o que iriam analisar. 
2º  atividade - Aconteceu de forma interativa no Laboratório de Informática. (Trabalhando a exploração dos softwares ). 

Considerações Finais
- Percebemos inicialmente grande dificuldade  no que diz respeito ao uso dos softwares no segmento da educação de Jovens e adultos e também do Teleduc;
- As análises apontaram que a utilização do computador e a manipulação dos softwares  caracterizaram-se como uma importante ferramenta de estímulo para os estudantes. As análises possibilitaram aos alunos, em formação para atuar no público da EJA, uma maior reflexão sinalizando um olhar para as múltiplas interações em espaços de  aprendizagem fora da sala de aula tradicional;
- Em linhas gerais, consideramos que foi produtiva e relevante a pesquisa, por tudo que já foi exposto e também porque os sujeitos puderam de  forma construtiva buscar o aperfeiçoamento, a reflexão e a qualidade do processo de ensino-aprendizagem da matemática na EJA que será importante para suas futuras práticas educacionais

Encontros Universitários UFC 2013

III Encontro de Monitoria de Projetos da Graduação


ENSINO DE ÁLGEBRA: A BALANÇA INTERATIVA COMO FERRAMENTA DE ENSINO E APRENDIZAGEM NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 

Codificação:1.8.05.029
Área:Ciências Humanas
Orientador:Maria Jose Costa dos Santos
Autor Principal:Helen Cristina Vieira Costa
Co-Autores:Ariadne Molina
Apresentação:Pôster   Dia: 28  Hora: 08:00  Painel: GN.14
Identificação:1.8.05.029
Resumo:
Nos dias atuais existe uma preocupação em levar para dentro da escola outras formas de ensinar e aprender Matemática, possibilitando aos alunos a desenvolverem seu pensamento algébrico sem dificuldades. Compreendemos que a álgebra não se resume as fórmulas prontas impostas por um ensino instrucionista, porém o que acontece em nosso ensino é uma introdução de letras e fórmulas abstratas, seguida do ensino de regras de manipulação dessas fórmulas. Neste sentido, este trabalho teve o objetivo de propor o ensino das noções iniciais de álgebra de forma mais significativa, em que os alunos de pedagogia foram levados a investigação e manipulação do objeto de educacional chamado Balança Interativa. Assim, entendemos que a álgebra pode ser introduzida já nos anos iniciais do Ensino Fundamental para estimular o desenvolvimento do pensamento algébrico e a resolução de situações problemas. O trabalho teve apoio metodológico na Sequência Fedathi - SF, pois essa metodologia de ensino pressupõe um aluno ativo, reflexivo e, motivado por um professor também reflexivo. Após a atividade os alunos realizaram uma análise crítica sobre os benefícios didáticos e os obstáculos epistemológicos, principalmente, no que se refere ao desenvolvimento do pensamento algébrico do pedagogo. Os dados foram colhidos a partir das análises postadas na plataforma Teleduc nas ferramentas portfólio e fóruns de discussão, bem como pelas observações durante a realização das atividades. Consideramos que esse trabalho foi relevante, pois os sujeitos apontaram que a manipulação do objeto educacional balança interativa contribuiu para a compreensão dos conteúdos trabalhados de uma forma mais dinâmica, significativa e criativa. Assim, ressaltaram a importância de se trabalhar a Matemática a partir do uso de recursos tecnológicos nas aulas de matemática numa perspectiva construtiva.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Analisando o software Balança Interativa

Analises e desenvolvimento de atividade realizada por alunos, através da exploração da Balança Interativa compartilhadas no recurso TELEDUC:

Aluno 1

Atividade indicada para alunos do 2° ano das séries iniciais.
Iremos utilizar o software balança interativa como recurso para a questão-problema:
Descubra o valor numérico de cada peso azul. A partir dessa atividade interativa, organize em ordem crescente os pesos azuis, levando em consideração os seus valores numéricos encontrados.

Aluno 2
* O objetivo da atividade é trabalhar a interdisciplinariedade utilizando a ferramenta balança interativa, para promover uma maior familiaridade com as letras e os números, fazendo a correspondência letra/número e consequentemente, fazendo uma operação de adição, onde o aluno precisará ter uma noção prévia do uso dos esquemas propostos por Piaget. Sendo assim, essa atividade mostrará ao aluno o que é  inclusão hierárquica, comparação, correspondência biunívoca e ordenação matemática.

Aluno 3

Atividade realizada com a balança interativa
Alunos  do 5° ano
A atividade será realizada utilizando o software balança interativa, a partir da seguinte situação problema:

Utilizando a balança interativa vamos identificar o valor de cada peso, de modo que os pratos se mantenham equilibrados.

Ex: A= 5 +2,  logo, A = 7, então A pesa 7

A=
B=
C=
D=
E=
F=
G=
H=
I=

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Visualização um olhar matemático - Livros Paradidáticos




Abordagens do conteúdo matemático e a articulação entre o texto escrito, a simbologia matemática e as
imagens entendidas como ilustrações.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O TANGRAM COMO RECURSO METODOLÓGICO NO ENSINO DE MATEMÁTICA NA VISÃO DO ALUNO DE PEDAGOGIA

O TANGRAM COMO RECURSO METODOLÓGICO NO ENSINO DE MATEMÁTICA NA VISÃO DO ALUNO DE PEDAGOGIA

Helen Cristina Vieira Costa[i]
Maria José Costa dos Santos

Eixo temático: 20 – Educação e Ensino de Matemática, Ciências Exatas e Ciências da Natureza


RESUMO

Entendemos que a Matemática precisa ser ensinada de forma simples e divertida, procurando apresentar aos alunos problemas do cotidiano para além da sala de aula. Nesse sentido, esse trabalho apresenta um relato de experiência sobre o uso do Tangram de forma lúdica, objetivando por meio das diferentes aplicabilidades proporcionar um olhar para as múltiplas interações em espaços de  aprendizagem dentro e fora da sala de aula tradicional. Por meio desse trabalho percebemos que o uso de recursos didáticos (analógico ou digital) proporcionando tanto ao aluno quanto ao professor momentos de construções de conhecimentos colaborativamente. Os resultados apontaram que usar o Tangram nas aulas de Matemática contribui para  o desenvolvimento do pensamento geométrico do pedagogo.
Palavras-chave: Matemática – Tangram – Ensino- Aprendizagem


OBJETOS EDUCACIONAIS E O ENSINO DE MATEMÁTICA:UMA PROPOSTA POSSÍVEL AO EJA








sexta-feira, 12 de julho de 2013

Boa tarde, pessoal participe desse evento, pois é de fundamental importante para o currículo de vocês como futuro educadores I Seminário de Estágio Supervisionado: Mútiplos Olhares.
As inscrições começam no dia 10 de julho e vai até o dia 21 julho- vagas limitadas.
http://www.eja.virtual.ufc.br/index.php/noticias/30-seminario-de-estagio

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Oficina de Origami Imagens e depoimentos

Um novo olhar sobre a matemática.

por Paulo Henrique Gadelha /Abril 2011
foto Acervo do Pesquisador

Historicamente, a Matemática foi concebida como uma ciência hermética e desinteressante. É comum escutarmos relatos de experiências traumáticas quando o assunto em questão é o aprendizado da disciplina. Seria possível, então, estudar os conteúdos matemáticos de uma forma alternativa e atraente, tornando-os inteligíveis para os alunos e eficiente para o professor?
Para essa indagação, o professor João Batista do Nascimento, da Faculdade de Matemática do Instituto de Ciências Exatas e Naturais (ICEN) da Universidade Federal do Pará (UFPA), não titubeia em afirmar que sim. A resposta tem respaldo na metodologia criada pelo próprio docente: o uso do teatro na aula de Matemática.
De acordo com o professor, a didática consiste em trabalhar os conceitos dessa área de conhecimento de uma maneira em que os alunos possam assimilar os conteúdos de forma lúdica e prazerosa. “Com o auxílio do teatro, a criança vai perder o medo da Matemática e passar a ter uma nova visão sobre a disciplina, pois a linguagem teatral tem o poder de despertar os nossos sentimentos e emoções. Dessa forma, após vivenciar no palco o que sempre foi considerado enfadonho, o aluno vai ter mais sensibilidade para aplicar a Matemática no seu cotidiano”, afirma o professor João Nascimento.
Com o primeiro resultado prático de sua metodologia, o professor criou, em 2003, o Projeto de Extensão “Atividades de Matemática para 3ª e 4ª séries”, o qual vigorou durante aquele ano na UFPA e contou com a ajuda de quatro alunos que cursavam Licenciatura em Matemática na Universidade, na época. A iniciativa recebeu, ainda, apoio do Clube de Ciências do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento da Educação Matemática e  Científica (NPADC), atualmente Instituto de Educação Matemática e Científica (IEMCI), e da Faculdade de Matemática.
As atividades da iniciativa aconteciam aos sábados no Clube de Ciências. Nesses encontros, crianças do bairro Guamá entravam em contato com a Matemática não só por meio de peças de teatro, mas também por utilização de jogos e outras brincadeiras. Essas dinâmicas, segundo João Nascimento, são eficientes, pois contribuíam para uma melhor fixação dos conteúdos.

Espetáculo conta origem das figuras geométricas

Após essa experiência, o professor pensou em criar um espetáculo teatral que pudesse consolidar o seu trabalho. Então, João Nascimento elaborou a proposta da peça chamada “De ponto em ponto formamos...”, na qual os personagens representam elementos da Geometria Plana. O objetivo era discorrer a respeito dos conceitos básicos desse tópico da Matemática, tudo de forma informal e bem humorada.
A peça era dividida em cinco atos: OH! Sujeito quadrado! (ato 1); Triângulo Amoroso (ato 2); Círculo Vicioso (ato 3); Tem que andar na linha (ato 4); Ponto Finalmente (ato 5). No momento das encenações, os personagens (elementos matemáticos) se apresentavam, explicavam suas funções e  peculiaridades contracenando uns com os outros. A proposta foi apresentada em instituições de ensino superior no Pará, adequando o conteúdo à realidade local. No Campus Universitário do Baixo Tocantins (CUBT) da UFPA, em Abaetetuba, isso aconteceu durante a realização da disciplina Fundamentos Teóricos e Metodológicos para o Ensino de Matemática, ministrada pelo professor Aubedir Seixas Costa, que também desenvolveu o trabalho nos municípios de Breves, Tailândia e Concórdia do Pará.
A metodologia foi batizada de “Matemática e Teatro – da construção lúdica à formalização”. A forma alternativa de ensinar Matemática ganhou notoriedade na mídia local, nacional e até internacional, sendo divulgada em Portugal.

Modelo tradicional é deficiente e ultrapassado

Apesar de defender com afinco o seu método, o professor mostra-se cético quanto a possíveis mudanças no modelo tradicional de se ensinar a ciência na rede básica, o qual ele considera extremamente deficiente e ultrapassado. Um problema que não se restringe ao Brasil, “o ensino de Matemática praticado aqui é de péssima qualidade. Essa realidade ultrapassa as fronteiras do País e se estende por toda a América Latina. É premente a necessidade de melhorar o ensino. Não adianta mais o professor apenas se limitar a escrever uma definição no quadro e o aluno copiar. E para atingir a qualificação esperada, o docente precisa buscar novos métodos. Porém não vejo uma movimentação intensa nesse sentido”, declara João Nascimento.
Para o professor, um dos fatores que contribuem para essa realidade é a concepção de que o aluno da rede básica não faz ciência. “Isso é falso. Eles produzem ciência tanto quanto quem está na universidade. Agora, é claro que existe uma diferença na densidade da produção. Isso é natural. Mas a produção do ensino básico não deixa de ser científica por ser menos complexa”, considera.
O próximo desafio de João Nascimento é produzir um livro que contemple todo o histórico da sua metodologia, para auxiliar estudantes e professores. A obra deve conter as dinâmicas envolvendo  teatro e também poesia, música e outras vivências. O projeto já tem título “Matemática para Aprender e Ensinar”. Faltam alguns detalhes para a publicação, no entanto o professor já usa o esboço do material para auxiliar alguns colegas que têm interesse no trabalho.
“Não consigo visualizar grandes mudanças. Porém continuo insistindo em relacionar o teatro com a Matemática. Quero que as crianças não se limitem a aplicar o conhecimento em um papel frio de prova, mas possam defender o seu saber com todos os recursos e emoções disponíveis”, finaliza João Nascimento.
Oi pessoal deem uma olhada nesse link,pois é muito interessante 
http://www.ufpa.br/beiradorio/novo/index.php/leia-tambem/124-edicao-93--abril/1189-novo-olhar-sobre-a-matematica

domingo, 23 de junho de 2013

"Regua de frações"

As réguas de frações são utilizadas como recurso pedagógico. Pode ser adquirida em lojas que comercializam brinquedos pedagógicos. O ideal para o desenvolvimento do trabalho é que cada aluno possa utilizar um jogo de réguas.Auxilia para se encontrar frações equivalentes.


domingo, 16 de junho de 2013

Particularmente, gostaria de parabenizar a Professora Maria José e as Bolsistas Helen e Ariádina pela excelente aula ocorrida no dia 04/06.A  aula em questão foi bastante produtiva em contextos de participação, despertou o interesse pela pesquisa no ensino de geometria por meio de aulas práticas, como a ideia, trazida pelas bolsistas, da construção de origami. Foi uma atividade que envolvei toda a turma de forma dinâmica, construtiva e direta. Esse tipo de atividade voltada para uma sala de EJA, assim como também nas séries iniciais, irá desperta o interesse dos alunos pelo conhecimentos das formas, além de contribuir para o envolvimento da turma, seja na construção do objeto, seja no auxílio ao outro colega. Ainda, sendo o mais importante de ser pontuado, media a construção do conhecimento pelo próprio educando.

 

 

Oficina Origami Depoimentos e imagens


  Depoimento K.S: O origami é uma ótima forma de se trabalhar geometria em sala de aula, é uma maneira lúdica de ensinar a geometria. As relações entre a geometria e o origami são muitas, começando pela forma na qual o papel pode ser escolhido, que pode ser em  forma de círculo, quadrado, retângulo, triângulo, entre outros. Muitos conceitos da matemática também estão presentes nesta arte de dobradura, o que acaba tornando o uso do origami  uma  ferramenta muito eficiente na sala de aula.